O QUE É FORÇA VOLUNTÁRIA?

Força Voluntária é um projeto apoiado pelo Fundo de Reconstrução do ICOM – Instituto Comunitário da Grande Florianópolis e executado pelo Instituto Voluntários em Ação, em parceria com a Defesa civil e outras organizações, que visa mobilizar, organizar e capacitar grupos de voluntários para agir em situações de desastres em Santa Catarina. Veja como fazer parte do Força Voluntária: 1. Clique em “Quero me Cadastrar” e preencha o formulário com seus dados. 2. Ao finalizar seu cadastro, clique em “Quero participar do projeto Força Voluntária”. 3. Escolha a vaga para ser voluntário em seu município. Caso não more em Santa Catarina, você pode ajudar sendo conteudista do projeto. 4. Pronto. Você será convocado para participar das capacitações presenciais e online e futuramente estará preparado e apto para ser um voluntário em prevenção e situações de desastres.

 

HACKERS DESENVOLVEM SOLUÇÕES PARA MOMENTOS DE CATÁSTROFES

15 de junho, 2010 por maria.eduarda

Depois de pensar em soluções que dão suporte para a população em desastres como os ocorridos no Haiti e Chile, chegou a vez da equipe do RHoK – Random Hacks of Kindness produzir projetos focados nas necessidades de metrópoles brasileiras, como São Paulo. O encontro do último final de semana já rendeu frutos. Entre as propostas estão sistemas que podem ajudar na indicação de um abrigo para o deslocamento de pessoas afetadas por uma enchente, e até mesmo mobilizar a comunidade na denúncia de depredações e lixos jogados em vias públicas.
O RHoK São Paulo 2010 marca a primeira edição do evento no Brasil, cerca de 30 programadores estiveram reunidos nos dias 5 e 6 de junho, na capital paulista para discutir soluções para os principais problemas da cidade. Entre os participantes esteve o consultor de desastres da prefeitura de São Paulo, Marcos Antonio Guimarães.
Para o patrocinador do encontro o Prof. Dr. Wagner Bronze Damiani, CEO da B2 – Business Brain, e professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas e da Marriott School of Management da Brigham Young University, que conheceu projetos desenvolvidos pelo grupo em outros países, esta é uma iniciativa louvável. “Acredito que as pessoas podem usar seus talentos para transformar a realidade ao seu redor, e a tecnologia é uma grande ferramenta para isso”, diz.
Nesta edição brasileira foram formadas cinco equipes que durante os dois dias se debruçaram na condução de projetos para as principais dificuldades da metrópole. Um corpo de jurados avaliou as ideias e o projeto Shelter me, foi o ganhador.
A proposta que em português significa “me abrigue”, tem como objetivo ajudar na localização de um abrigo próximo a um desastre. A pessoa que teve a sua casa invadida pela enchente ou que sofreu deslizamento envia uma mensagem via SMS para um número do shelter me e receberá uma resposta com o endereço de um abrigo próximo.
Para torná-lo ativo o próximo passo será alimentar o banco de dados com as informações de abrigos e em seguida tornar acessível os contatos do projeto para a população. Além dos abrigos da prefeitura poderão ser cadastrados no site endereços de voluntários. Por exemplo, quem tiver interesse pode cadastrar sua casa ou um imóvel que possa se tornar um abrigo temporário.
O segundo colocado foi o projeto Urban Fact, que mobiliza a população a denunciar depredações, pichações e lixos jogados pela cidade. A ideia é tornar esses fatos públicos na rede, e para isso basta fazer um registro em foto ou vídeo e divulgar nas redes sociais como o twitter com a hashtag #urbanfact, ou em português, #fatorurbano.
A equipe do RHoK nasceu da união de profissionais vindos da Google, Microsoft, Yahoo!, NASA e do Banco Mundial, que se organizaram para criar as “hackathons” – maratonas de codificação de software em finais de semana, reunindo os melhores e mais brilhantes desenvolvedores de todo o mundo que doam seu tempo e talentos para resolver os problemas do mundo real. E isso não é tudo. Os hackathons também são competições de codificação (codejams). As soluções vencedoras são selecionadas por um painel no final do evento, e as equipes vencedoras são reconhecidas no site do RHoK, e tem o direito de  se chamarem “RHoKstars” para sempre.
O Random Hacks of Kindness  trata de “hacking para a humanidade” – a criação de soluções reais para os desafios globais que podem ser implementadas de fato. Em novembro passado, o Random Hacks of Kindness recebeu a sua primeira hackathon em Mountain View, Califórnia. Após uma semana de maratona de codificação, um painel de juízes selecionou as melhores soluções para ganhar prêmios. Essas soluções foram posteriormente implementadas após o terremoto devastador no Haiti e no Chile.

Depois de pensar em soluções que dão suporte para a população em desastres como os ocorridos no Haiti e Chile, chegou a vez da equipe do RHoK – Random Hacks of Kindness produzir projetos focados nas necessidades de metrópoles brasileiras, como São Paulo. O encontro do último final de semana já rendeu frutos. Entre as propostas estão sistemas que podem ajudar na indicação de um abrigo para o deslocamento de pessoas afetadas por uma enchente, e até mesmo mobilizar a comunidade na denúncia de depredações e lixos jogados em vias públicas.

hackers constrem

O RHoK São Paulo 2010 marca a primeira edição do evento no Brasil, cerca de 30 programadores estiveram reunidos nos dias 5 e 6 de junho, na capital paulista para discutir soluções para os principais problemas da cidade. Entre os participantes esteve o consultor de desastres da prefeitura de São Paulo, Marcos Antonio Guimarães.

Para o patrocinador do encontro o Prof. Dr. Wagner Bronze Damiani, CEO da B2 – Business Brain, e professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas e da Marriott School of Management da Brigham Young University, que conheceu projetos desenvolvidos pelo grupo em outros países, esta é uma iniciativa louvável. “Acredito que as pessoas podem usar seus talentos para transformar a realidade ao seu redor, e a tecnologia é uma grande ferramenta para isso”, diz.

Nesta edição brasileira foram formadas cinco equipes que durante os dois dias se debruçaram na condução de projetos para as principais dificuldades da metrópole. Um corpo de jurados avaliou as ideias e o projeto Shelter me, foi o ganhador.

A proposta que em português significa “me abrigue”, tem como objetivo ajudar na localização de um abrigo próximo a um desastre. A pessoa que teve a sua casa invadida pela enchente ou que sofreu deslizamento envia uma mensagem via SMS para um número do shelter me e receberá uma resposta com o endereço de um abrigo próximo.

Para torná-lo ativo o próximo passo será alimentar o banco de dados com as informações de abrigos e em seguida tornar acessível os contatos do projeto para a população. Além dos abrigos da prefeitura poderão ser cadastrados no site endereços de voluntários. Por exemplo, quem tiver interesse pode cadastrar sua casa ou um imóvel que possa se tornar um abrigo temporário.

O segundo colocado foi o projeto Urban Fact, que mobiliza a população a denunciar depredações, pichações e lixos jogados pela cidade. A ideia é tornar esses fatos públicos na rede, e para isso basta fazer um registro em foto ou vídeo e divulgar nas redes sociais como o twitter com a hashtag #urbanfact, ou em português, #fatorurbano.

A equipe do RHoK nasceu da união de profissionais vindos da Google, Microsoft, Yahoo!, NASA e do Banco Mundial, que se organizaram para criar as “hackathons” – maratonas de codificação de software em finais de semana, reunindo os melhores e mais brilhantes desenvolvedores de todo o mundo que doam seu tempo e talentos para resolver os problemas do mundo real. E isso não é tudo. Os hackathons também são competições de codificação (codejams). As soluções vencedoras são selecionadas por um painel no final do evento, e as equipes vencedoras são reconhecidas no site do RHoK, e tem o direito de  se chamarem “RHoKstars” para sempre.

O Random Hacks of Kindness  trata de “hacking para a humanidade” – a criação de soluções reais para os desafios globais que podem ser implementadas de fato. Em novembro passado, o Random Hacks of Kindness recebeu a sua primeira hackathon em Mountain View, Califórnia. Após uma semana de maratona de codificação, um painel de juízes selecionou as melhores soluções para ganhar prêmios. Essas soluções foram posteriormente implementadas após o terremoto devastador no Haiti e no Chile.

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