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	<title>Força Voluntária</title>
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	<description>Just another WordPress weblog</description>
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			<item>
		<title>Agentes voluntários da Defesa Civil em Caxias do Sul auxiliam órgãos de segurança</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/05/15/agentes-voluntarios-da-defesa-civil-em-caxias-do-sul-auxiliam-orgaos-de-seguranca/</link>
		<comments>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/05/15/agentes-voluntarios-da-defesa-civil-em-caxias-do-sul-auxiliam-orgaos-de-seguranca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:28:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deborah.parrela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>
		<category><![CDATA[caxias do sul]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
		<category><![CDATA[voluntários]]></category>

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		<description><![CDATA[

Grupo costuma atuar em situações de emergência, desastres naturais e campanhas educativas  
Com poucas telefonemas, uma rede de solidariedade é construída rapidamente em Caxias do Sul. Em situações de emergência, os agentes voluntários da Defesa Civil costumam dar suporte aos órgãos de segurança. Hoje são 68 voluntários, que passaram por cursos e revisam os conteúdos constantemente. Assim que um deles é informado de uma urgência, aciona outros colegas e prontamente é formado um grupo para ajudar.
Presidente da Associação dos Agentes Voluntários da Defesa Civil, Cristian Luis Bossle Macedo, 34 anos, explica que os agentes só agem em um segundo momento. Nunca na linha de frente. Voluntário há cerca de dois anos, Macedo resolveu contribuir quando cansou de ficar parado diante de tragédias.
— Perdi vários amigos em acidentes de trânsito. Mexe comigo saber que uma família foi afetada por um acidente. Olhava na televisão pessoas desabrigadas por enchentes e ficava triste. Mas não adianta ficar triste sentado no sofá. Então, por que não agir? — ensina.
Um tornado em julho de 2010, em Canela, foi uma das ocorrências que mais marcaram Macedo.— Olhar um cenário de catástrofe pela televisão é uma coisa, ver ao vivo é diferente. Fiquei apavorado em Canela, não tinha dimensão da cena até enxergar. Lidar com as pessoas mexe com a gente. Auxiliar quem precisa é algo que emociona e engrandece — afirma.Leia mais na edição impressa do Pioneiro do fim de semana.
Fonte: Pioneiro
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-1804 aligncenter" title="logo da defesa civil do rio grande do sul" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/05/logo-da-defesa-civil-do-rio-grande-do-sul.jpg" alt="logo da defesa civil do rio grande do sul" width="164" height="158" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Grupo costuma atuar em situações de emergência, desastres naturais e campanhas educativas <span id="more-1803"></span><span style="color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px;"> </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px;">Com poucas telefonemas, uma rede de solidariedade é construída rapidamente em Caxias do Sul. Em situações de emergência, os agentes voluntários da Defesa Civil costumam dar suporte aos órgãos de segurança. Hoje são 68 voluntários, que passaram por cursos e revisam os conteúdos constantemente. Assim que um deles é informado de uma urgência, aciona outros colegas e prontamente é formado um grupo para ajudar.</span></p>
<p><span style="color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px;">Presidente da Associação dos Agentes Voluntários da Defesa Civil, Cristian Luis Bossle Macedo, 34 anos, explica que os agentes só agem em um segundo momento. Nunca na linha de frente. Voluntário há cerca de dois anos, Macedo resolveu contribuir quando cansou de ficar parado diante de tragédias.</span><br style="list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px; padding: 0px; margin: 0px;" /></p>
<p><span style="color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px;">— Perdi vários amigos em acidentes de trânsito. Mexe comigo saber que uma família foi afetada por um acidente. Olhava na televisão pessoas desabrigadas por enchentes e ficava triste. Mas não adianta ficar triste sentado no sofá. Então, por que não agir? — ensina.</span><br style="list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px; padding: 0px; margin: 0px;" /></p>
<p><span style="color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px;">Um tornado em julho de 2010, em Canela, foi uma das ocorrências que mais marcaram Macedo.</span><br style="list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px; padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px; padding: 0px; margin: 0px;" /><span style="color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px;">— Olhar um cenário de catástrofe pela televisão é uma coisa, ver ao vivo é diferente. Fiquei apavorado em Canela, não tinha dimensão da cena até enxergar. Lidar com as pessoas mexe com a gente. Auxiliar quem precisa é algo que emociona e engrandece — afirma.</span><br style="list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px; padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; color: #333333; font-family: georgia; font-size: 16px; line-height: 23px; padding: 0px; margin: 0px;" /><strong>Leia mais na edição impressa do Pioneiro do fim de semana.</strong></p>
<p><strong>Fonte: </strong><strong><a href="http://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/geral/cidades/noticia/2012/05/agentes-voluntarios-da-defesa-civil-em-caxias-do-sul-auxiliam-orgaos-de-seguranca-3755500.html">Pioneiro</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Governo libera R$ 533 milhões para implantação de centro de alerta de desastres naturais</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/05/11/governo-libera-r-533-milhoes-para-implantacao-de-centro-de-alerta-de-desastres-naturais/</link>
		<comments>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/05/11/governo-libera-r-533-milhoes-para-implantacao-de-centro-de-alerta-de-desastres-naturais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 19:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deborah.parrela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>
		<category><![CDATA[desastres naturais]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.forcavoluntaria.org.br/?p=1800</guid>
		<description><![CDATA[Os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação; da Defesa e da Integração Nacional vão receber crédito extraordinário de R$ 533,5 milhões para a implantação do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais e ações de defesa civil. A lei, com a destinação dos recursos, foi publicada nesta sexta-feira (11) no Diário Oficial da União.
O diário também traz publicada portaria autorizando a transferência de recursos para ações de defesa civil ao governo da Bahia, no valor de R$ 10 milhões, para a execução de ações de socorro e assistências às vítimas da estiagem. Os recursos também serão empregados no restabelecimento de serviços essenciais e serão repassados em parcela única.
Outra portaria autoriza repasse ao município de Coração de Jesus (MG), no valor de R$ 250 mil, para a execução de obras de recuperação de danos causados por desastres. Conforme cronograma de desembolso, a liberação será feita em duas parcelas.
Fonte: Mercado Ético 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Verdana; text-align: left; margin: 0px;">Os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação; da Defesa e da Integração Nacional vão receber crédito extraordinário de R$ 533,5 milhões para a implantação do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais e ações de defesa civil. A lei, com a destinação dos recursos, foi publicada nesta sexta-feira (11) no Diário Oficial da União.<span id="more-1800"></span></p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Verdana; text-align: left; margin: 0px;">O diário também traz publicada portaria autorizando a transferência de recursos para ações de defesa civil ao governo da Bahia, no valor de R$ 10 milhões, para a execução de ações de socorro e assistências às vítimas da estiagem. Os recursos também serão empregados no restabelecimento de serviços essenciais e serão repassados em parcela única.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Verdana; text-align: left; margin: 0px;">Outra portaria autoriza repasse ao município de Coração de Jesus (MG), no valor de R$ 250 mil, para a execução de obras de recuperação de danos causados por desastres. Conforme cronograma de desembolso, a liberação será feita em duas parcelas.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Verdana; text-align: left; margin: 0px;"><strong>Fonte: </strong><a href="http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/governo-libera-r-533-milhoes-para-implantacao-de-centro-de-alerta-de-desastres-naturais/">Mercado Ético </a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto de Resiliência Comunitária Visão Mundial</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/05/09/projeto-de-resiliencia-comunitaria-visao-mundial/</link>
		<comments>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/05/09/projeto-de-resiliencia-comunitaria-visao-mundial/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 20:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>deborah.parrela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência comunitária]]></category>
		<category><![CDATA[visão mundial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.forcavoluntaria.org.br/?p=1797</guid>
		<description><![CDATA[
Saiba o que é Resiliência e como ela é aplicada 
Resiliência da Comunidade é a capacidade de uma comunidade de:
Absorver o stress advindo de forças destrutivas através da resistência ou
adaptação;
Administrar ou manter as funções e estruturas básicas durante períodos de
choques ou desastres;
Recuperar-se após um choque ou desastre, buscando atingir essa resiliência
da comunidade, colocando ela como sendo um de seus seis objetivos
estratégicos de trabalho. Este objetivo em específico aparece com o intuito
de ajudar as comunidades em riscos de: falta de equilíbrio, suavizando os
choques, e diminuindo as vulnerabilidades e injustiças que eles e suas crianças
enfrentam.
Um dos Indicadores de Desenvolvimento Transformacional (IDTs) da Visão
Mundial tenta medir a resiliência das famílias. A resiliência familiar é uma
estratégia de adaptação, tal como a venda dos ativos produtivos, a fim de
suavizar o impacto de choques externos e/ou de fatores de stress ambientais
para promover às famílias as necessidades básicas.
QUANDO a resiliência da comunidade é aplicada?
ANTES – para evitar o choque, o stress ou o desastre no geral (prevenção
ou ‘resistência’)
DURANTE – para resistir os efeitos de um choque, stress ou desastre
(absorção ou reação de adaptação)
DEPOIS – para se recuperar rapidamente de um choque, de um fator
estressante ou de um desastre (ação contrária ou habilidade de ‘rebote’)
Resiliência da Comunidade é a capacidade de uma comunidade de: absorver o stress advindo de forças destrutivas através da resistência ou adaptação; administrar ou manter as funções e estruturas básicas durante períodos de choques ou desastres; recuperar-se após um choque ou desastre, buscando atingir essa resiliência da comunidade, colocando ela como sendo um de seus seis objetivos estratégicos de trabalho. Este objetivo em específico aparece com o intuito de ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.resilienciacomunitaria.org/images/stories/visao_MUndial.jpg" alt="" width="225" height="78" /></p>
<p>Saiba o que é Resiliência e como ela é aplicada <span id="more-1797"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Resiliência da Comunidade é a capacidade de uma comunidade de:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Absorver o stress advindo de forças destrutivas através da resistência ou</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">adaptação;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Administrar ou manter as funções e estruturas básicas durante períodos de</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">choques ou desastres;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Recuperar-se após um choque ou desastre, buscando atingir essa resiliência</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">da comunidade, colocando ela como sendo um de seus seis objetivos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">estratégicos de trabalho. Este objetivo em específico aparece com o intuito</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">de ajudar as comunidades em riscos de: falta de equilíbrio, suavizando os</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">choques, e diminuindo as vulnerabilidades e injustiças que eles e suas crianças</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">enfrentam.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um dos Indicadores de Desenvolvimento Transformacional (IDTs) da Visão</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mundial tenta medir a resiliência das famílias. A resiliência familiar é uma</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">estratégia de adaptação, tal como a venda dos ativos produtivos, a fim de</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">suavizar o impacto de choques externos e/ou de fatores de stress ambientais</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">para promover às famílias as necessidades básicas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">QUANDO a resiliência da comunidade é aplicada?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">ANTES – para evitar o choque, o stress ou o desastre no geral (prevenção</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">ou ‘resistência’)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">DURANTE – para resistir os efeitos de um choque, stress ou desastre</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">(absorção ou reação de adaptação)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">DEPOIS – para se recuperar rapidamente de um choque, de um fator</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">estressante ou de um desastre (ação contrária ou habilidade de ‘rebote’)</div>
<p>Resiliência da Comunidade é a capacidade de uma comunidade de: absorver o stress advindo de forças destrutivas através da resistência ou adaptação; administrar ou manter as funções e estruturas básicas durante períodos de choques ou desastres; recuperar-se após um choque ou desastre, buscando atingir essa resiliência da comunidade, colocando ela como sendo um de seus seis objetivos estratégicos de trabalho. Este objetivo em específico aparece com o intuito de ajudar as comunidades em riscos de: falta de equilíbrio, suavizando os choques, e diminuindo as vulnerabilidades e injustiças que eles e suas crianças enfrentam.</p>
<p>Um dos Indicadores de Desenvolvimento Transformacional (IDTs) da Visão Mundial tenta medir a resiliência das famílias. A resiliência familiar é uma estratégia de adaptação, tal como a venda dos ativos produtivos, a fim de suavizar o impacto de choques externos e/ou de fatores de stress ambientais para promover às famílias as necessidades básicas.</p>
<p>QUANDO a resiliência da comunidade é aplicada?</p>
<p>ANTES – para evitar o choque, o stress ou o desastre no geral (prevenção ou ‘resistência’)</p>
<p>DURANTE – para resistir os efeitos de um choque, stress ou desastre (absorção ou reação de adaptação)</p>
<p>DEPOIS – para se recuperar rapidamente de um choque, de um fator estressante ou de um desastre (ação contrária ou habilidade de ‘rebote’)</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.resilienciacomunitaria.org/">Resiliência Comunitária</a></p>
<p><strong>Acesso em:</strong> 04/05/2012</p>
<p><strong>Pesquisado por: </strong>Daniela Silva &#8211; voluntária online</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Prevenção de Desastres Naturais</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/05/04/prevencao-de-desastres-naturais/</link>
		<comments>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/05/04/prevencao-de-desastres-naturais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 20:31:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maria.eduarda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.forcavoluntaria.org.br/?p=1794</guid>
		<description><![CDATA[
Os desastres naturais que ocorrem no Brasil, em sua maioria, não podem ser evitados. Entretanto, as atividades e intervenções humanas podem agravar ou minimizar os impactos causados pelos desastres.
O agravamento está diretamente associado ao desrespeito à natureza, através dos desmatamentos, queimadas, assoreamento de rios, acúmulo de lixo, ocupação desordenada, edificações mal construídas, ausência de plano diretor, etc.
A minimização ou redução do impacto dos desastres dá-se através de medidas preventivas que podem ser classificadas em estruturais e não estruturais. As medidas estruturais são aquelas de cunho corretivo, como as obras de engenharia. Apesar de minimizar o problema em curto prazo, as medidas estruturais são caras, paliativas, freqüentemente ocasionam outros impactos ambientais e geram uma falsa sensação de segurança. As não-estruturais, de caráter educativo, apesar dos resultados a médio e longo prazo, são de baixo custo, de fácil implementação e permite uma correta percepção do risco. Como exemplo, destacam-se os mapeamentos, as análises de vulnerabilidade, os zoneamentos das áreas de risco e a educação ambiental (NCEM, 1998; Andjelkovic, 2001; ISDR, 2004).
Para tanto é necessário conhecer as causas e conseqüências de um desastre, para assim definir as medidas preventivas que serão adotadas. É interessante ressaltar que o ciclo de gerenciamento de desastres envolve três fases distintas: antes, durante e depois.
O Antes é a fase que antecede a chegada dos fenômenos extremos, conhecida como a fase de prevenção e preparação para o impacto. É a fase mais importante, onde são adotadas medidas para reduzir o impacto dos desastres, como as análises de risco, a execução de projetos de engenharia (diques, pontes, muros de contenção, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1795" title="desastrenatural" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/05/desastrenatural.jpg" alt="desastrenatural" width="213" height="237" /></p>
<p>Os desastres naturais que ocorrem no Brasil, em sua maioria, não podem ser evitados. Entretanto, as atividades e intervenções humanas podem agravar ou minimizar os impactos causados pelos desastres.<span id="more-1794"></span></p>
<p>O agravamento está diretamente associado ao desrespeito à natureza, através dos desmatamentos, queimadas, assoreamento de rios, acúmulo de lixo, ocupação desordenada, edificações mal construídas, ausência de plano diretor, etc.</p>
<p>A minimização ou redução do impacto dos desastres dá-se através de medidas preventivas que podem ser classificadas em estruturais e não estruturais. As medidas estruturais são aquelas de cunho corretivo, como as obras de engenharia. Apesar de minimizar o problema em curto prazo, as medidas estruturais são caras, paliativas, freqüentemente ocasionam outros impactos ambientais e geram uma falsa sensação de segurança. As não-estruturais, de caráter educativo, apesar dos resultados a médio e longo prazo, são de baixo custo, de fácil implementação e permite uma correta percepção do risco. Como exemplo, destacam-se os mapeamentos, as análises de vulnerabilidade, os zoneamentos das áreas de risco e a educação ambiental (NCEM, 1998; Andjelkovic, 2001; ISDR, 2004).</p>
<p>Para tanto é necessário conhecer as causas e conseqüências de um desastre, para assim definir as medidas preventivas que serão adotadas. É interessante ressaltar que o ciclo de gerenciamento de desastres envolve três fases distintas: antes, durante e depois.</p>
<p>O Antes é a fase que antecede a chegada dos fenômenos extremos, conhecida como a fase de prevenção e preparação para o impacto. É a fase mais importante, onde são adotadas medidas para reduzir o impacto dos desastres, como as análises de risco, a execução de projetos de engenharia (diques, pontes, muros de contenção, etc.), a elaboração de políticas públicas (plano diretor, zoneamentos ambientais, legislação, etc.), a educação ambiental em escolas e comunidades afetadas, etc. E, nos momentos que antecedem o impacto, destacam-se os sistemas de previsão (meteorológica e hidrológica) e de alerta. O durante envolve a realização de ações emergências que visam o salvamento (socorro e assistência às vítimas), o auxílio (evacuação, abrigo, alimentação, atendimento médico, etc.) e a reabilitação, que corresponde ao início das atividades de restauração da área impactada (curto prazo). Enquanto que, o depois é representado pelas atividades de reconstrução necessárias para o restabelecimento das funções básicas de uma comunidade (bem-estar da população) a médio e longo prazo (Park, 1991; Tobin e Montz, 1997; MIN, 2000; Smith, 2000).</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.inpe.br/crs/geodesastres/prevencao.php">Inpe </a></strong></p>
<p><strong>Acessado em: </strong>28/04/2012</p>
<p><strong>Pesquisado por: </strong>Dayanne de Oliveira – Voluntária Online</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Testemunhas do Clima WWF</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/26/testemunhas-do-clima-wwf/</link>
		<comments>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/26/testemunhas-do-clima-wwf/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 13:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laryssa.dalama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prepare-se]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[wwf brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.forcavoluntaria.org.br/?p=1790</guid>
		<description><![CDATA[
O projeto Testemunhas do Clima da Rede WWF visa registrar a forma como as mudanças climáticas vêm modificando a vida de algumas populações ao redor do planeta.
No Brasil, oficina realizada na comunidade Igarapé do Costa, no Pará, nos dias 12 e 13 de março de 2008 marcou o início dos trabalhos.
A oficina, coordenada pelo WWF-Brasil em parceria com o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), buscou mapear e discutir a realidade socioeconômica e ambiental do lugar e perceber como é feita esta adaptação às regras da natureza, através da troca de experiências, para que as lições e os modelos possam ser seguidos em outras partes do mundo.
Igarapé do Costa, onde vivem 80 famílias, também foi o cenário do documentário Testemunhas do Clima. O filme conta a história de Marlene Rêgo Rocha, moradora do Igarapé do Costa, Pará, comunidade localizada na várzea amazônica que já tem sentido alterações climáticas causadas pelo aquecimento global.
Marlene conta quais as mudanças que já ocorreram no local, como tem feito para se adaptar às transformações da natureza e especialistas sobre o assunto explicam o porquê das mudanças e o que pode ser feito.
O segundo vídeo da série Testemunhas do Clima gravado no Brasil, e com depoimentos de pescadores de Manoel Urbano, busca identificar medidas individuais ou coletivas de adaptação às mudanças climáticas. Os participantes contam os impactos da elevação das temperaturas e das mudanças no pulso de inundação dos rios em suas atividades do dia a dia, como a pesca e a agricultura de subsistência.
 
 
Fonte: WWF
Acesso em: 18/04/2012
Pesquisado por Daniela Silva. Voluntária online ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1791" title="lgo wwf" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/04/lgo-wwf.png" alt="lgo wwf" width="104" height="119" /></p>
<p>O projeto Testemunhas do Clima da Rede WWF visa registrar a forma como as mudanças climáticas vêm modificando a vida de algumas populações ao redor do planeta.<span id="more-1790"></span></p>
<p>No Brasil, oficina realizada na comunidade Igarapé do Costa, no Pará, nos dias 12 e 13 de março de 2008 marcou o início dos trabalhos.</p>
<p>A oficina, coordenada pelo WWF-Brasil em parceria com o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), buscou mapear e discutir a realidade socioeconômica e ambiental do lugar e perceber como é feita esta adaptação às regras da natureza, através da troca de experiências, para que as lições e os modelos possam ser seguidos em outras partes do mundo.</p>
<p>Igarapé do Costa, onde vivem 80 famílias, também foi o cenário do documentário Testemunhas do Clima. O filme conta a história de Marlene Rêgo Rocha, moradora do Igarapé do Costa, Pará, comunidade localizada na várzea amazônica que já tem sentido alterações climáticas causadas pelo aquecimento global.</p>
<p>Marlene conta quais as mudanças que já ocorreram no local, como tem feito para se adaptar às transformações da natureza e especialistas sobre o assunto explicam o porquê das mudanças e o que pode ser feito.</p>
<p>O segundo vídeo da série Testemunhas do Clima gravado no Brasil, e com depoimentos de pescadores de Manoel Urbano, busca identificar medidas individuais ou coletivas de adaptação às mudanças climáticas. Os participantes contam os impactos da elevação das temperaturas e das mudanças no pulso de inundação dos rios em suas atividades do dia a dia, como a pesca e a agricultura de subsistência.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/reducao_de_impactos2/clima/mudancas_especiais/testemunhasdoclima/" target="_blank">WWF</a></p>
<p><strong>Acesso em: 18/04/2012</strong></p>
<p><strong>Pesquisado por Daniela Silva. Voluntária online Força voluntária.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>3° Seminario de Defesa Civil &#8211; dias 17 e 18/5 em Jaraguá do Sul</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/23/3%c2%b0-seminario-de-defesa-civil-dias-17-e-185-em-jaragua-do-sul/</link>
		<comments>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/23/3%c2%b0-seminario-de-defesa-civil-dias-17-e-185-em-jaragua-do-sul/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 18:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nayara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.forcavoluntaria.org.br/?p=1781</guid>
		<description><![CDATA[Veja a programação do 3° Seminario de Defesa Civil, que ocorrerá no Parque Municipal de Eventos de Jaraguá do Sul no dia 17/5 das 19h às 22h e no dia 18/5 das 8h às 18h.
As inscrições são gratuitas e mais informações podem ser obtidas pelo número (47) 3370-7933 ou pelos emails defesacivil@amvali.org.br e regionaldefesacivil@jve.sdr.sc.gov.br.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Veja a programação do 3° Seminario de Defesa Civil, que ocorrerá no Parque Municipal de Eventos de Jaraguá do Sul no dia 17/5 das 19h às 22h e no dia 18/5 das 8h às 18h.<span id="more-1781"></span></p>
<p style="text-align: left;">As inscrições são gratuitas e mais informações podem ser obtidas pelo número (47) 3370-7933 ou pelos emails defesacivil@amvali.org.br e regionaldefesacivil@jve.sdr.sc.gov.br.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1786" title="ProgramacaoJaragua" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/04/ProgramacaoJaragua1.jpg" alt="ProgramacaoJaragua" width="630" height="546" /></p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cabral lamenta mortes na região serrana e anuncia ajuda</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/11/cabral-lamenta-mortes-na-regiao-serrana-e-anuncia-ajuda/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laryssa.dalama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prepare-se]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.forcavoluntaria.org.br/?p=1775</guid>
		<description><![CDATA[
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou no sábado (7) medidas emergenciais de atendimento aos desabrigados pelas fortes chuvas que atingiram a região serrana do Estado nesta sexta-feira, deixando pelo menos cinco mortos.
Em nota, o governador disse lamentar profundamente as mortes e determinou o reforço de homens e máquinas para ajudar na limpeza e remoção de destroços em Teresópolis, cidade mais atingida pelas chuvas da sexta-feira.
De acordo com a nota, a Secretaria Estadual de Defesa Civil ofereceu equipamentos e técnicos para auxiliar na avaliação dos riscos na região. Além disso, a Secretaria de Ambiente e Obras também disponibilizaram equipamentos. A secretaria de Saúde, que está no local, também forneceu kits aos desabrigados com medicamentos básicos e material curativo para a assistência aos feridos.
Fonte: Yahoo Notícias
Acesso em: 07 de Abril de 2012
Pesquisado Por: Dayanne de Oliveira – Voluntária Online
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><img class="aligncenter size-full wp-image-1776" title="foto" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/04/foto.jpg" alt="foto" width="259" height="194" /></h1>
<p>O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou no sábado (7) medidas emergenciais de atendimento aos desabrigados pelas fortes chuvas que atingiram a região serrana do Estado nesta sexta-feira, deixando pelo menos cinco mortos.<span id="more-1775"></span></p>
<p>Em nota, o governador disse lamentar profundamente as mortes e determinou o reforço de homens e máquinas para ajudar na limpeza e remoção de destroços em Teresópolis, cidade mais atingida pelas chuvas da sexta-feira.</p>
<p>De acordo com a nota, a Secretaria Estadual de Defesa Civil ofereceu equipamentos e técnicos para auxiliar na avaliação dos riscos na região. Além disso, a Secretaria de Ambiente e Obras também disponibilizaram equipamentos. A secretaria de Saúde, que está no local, também forneceu kits aos desabrigados com medicamentos básicos e material curativo para a assistência aos feridos.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://br.noticias.yahoo.com/cabral-lamenta-mortes-regi%C3%A3o-serrana-anuncia-ajuda-174100826.html" target="_blank">Yahoo Notícias</a></p>
<p><strong>Acesso em: 07 de Abril de 2012</strong></p>
<p><strong>Pesquisado Por: Dayanne de Oliveira – Voluntária Online</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Chuvas em Teresópolis deixam cinco mortos e 500 desabrigados</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/11/chuvas-em-teresopolis-deixam-cinco-mortos-e-500-desabrigados/</link>
		<comments>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/11/chuvas-em-teresopolis-deixam-cinco-mortos-e-500-desabrigados/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laryssa.dalama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prepare-se]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.forcavoluntaria.org.br/?p=1771</guid>
		<description><![CDATA[

Deslizamentos de terra provocados pela chuva no município de Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro, deixaram cinco mortos e 500 desabrigados, informaram organizações oficiais no sábado (7).

&#8220;No total foram 20 deslizamentos que deixaram, ainda, 15 feridos, enquanto uma pessoa ainda está desaparecida&#8221;, disse à AFP uma porta-voz da Defesa Civil.
Um balanço anterior dava conta de quatro mortos, entre os quais um casal, uma mulher e um adolescente de 14 anos.
Os deslizamentos foram provocados por um forte temporal que caiu na sexta-feira em Teresópolis, que em &#8220;apenas quatro horas&#8221; recebeu &#8220;todo o volume de chuvas esperado para este mês&#8221;, informaram as autoridades em um comunicado.
A emergência fez lembrar a tragédia ocorrida há mais de um ano, quando chuvas torrenciais deixaram cerca de 1.000 mortos na região serrana do Rio, na pior catástrofe natural registrada no Brasil.
A chuva parou no sábado, mas as autoridades se mantêm em alerta diante de possíveis deslizamentos pela quantidade de água represada na região montanhosa.
Organismos de resgate trabalharam com máquinas pesadas durante a manhã na limpeza das áreas afetadas.
A mais recente temporada de chuvas do país deixou 33 mortos e milhares de desabrigados no sudeste do país, precisamente nos estados de Rio, Minas Gerais e Espírito Santo.

Fonte: Yahoo Notícias
Acesso em: 07 de Abril de 2012


Pesquisado Por: Dayanne de Oliveira – Voluntária Online 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="line-height: 14.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; text-align: left; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: 19px;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1772" title="chuva teresópolis" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/04/chuva-terezópolis-300x201.jpg" alt="chuva teresópolis" width="300" height="201" /><br />
</span></span></h1>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; background-color: white; line-height: 13.2pt; text-align: justify;">Deslizamentos de terra provocados pela chuva no município de Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro, deixaram cinco mortos e 500 desabrigados, informaram organizações oficiais no sábado (7).<span id="more-1771"></span><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 13.2pt; background: white;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">&#8220;No total foram 20 deslizamentos que deixaram, ainda, 15 feridos, enquanto uma pessoa ainda está desaparecida&#8221;, disse à AFP uma porta-voz da Defesa Civil.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 13.2pt; background: white;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Um balanço anterior dava conta de quatro mortos, entre os quais um casal, uma mulher e um adolescente de 14 anos.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 13.2pt; background: white;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Os deslizamentos foram provocados por um forte temporal que caiu na sexta-feira em Teresópolis, que em &#8220;apenas quatro horas&#8221; recebeu &#8220;todo o volume de chuvas esperado para este mês&#8221;, informaram as autoridades em um comunicado.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 13.2pt; background: white;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">A emergência fez lembrar a tragédia ocorrida há mais de um ano, quando chuvas torrenciais deixaram cerca de 1.000 mortos na região serrana do Rio, na pior catástrofe natural registrada no Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 13.2pt; background: white;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">A chuva parou no sábado, mas as autoridades se mantêm em alerta diante de possíveis deslizamentos pela quantidade de água represada na região montanhosa.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 13.2pt; background: white;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Organismos de resgate trabalharam com máquinas pesadas durante a manhã na limpeza das áreas afetadas.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 13.2pt; background: white;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">A mais recente temporada de chuvas do país deixou 33 mortos e milhares de desabrigados no sudeste do país, precisamente nos estados de Rio, Minas Gerais e Espírito Santo.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 13.2pt; background: white;">
<p style="text-align: justify; line-height: 13.2pt; background: white;"><strong style="font-family: Arial, sans-serif; background-color: white; line-height: 13.2pt;">Fonte: </strong><a style="font-family: Arial, sans-serif; background-color: white; line-height: 13.2pt;" href="http://br.noticias.yahoo.com/chuvas-teres%C3%B3polis-deixam-5-mortos-500-desabrigados-145434511.html" target="_blank">Yahoo Notícias</a></p>
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; background: white;"><strong>Acesso em: 07 de Abril de 2012</strong></p>
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; background: white;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; background: white;"><strong>Pesquisado Por: Dayanne de Oliveira – Voluntária Online</strong><strong><span style="font-family: Arial, sans-serif;"> </span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desastres naturais ameaçam o mundo, que está despreparado, adverte agência britânica</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/04/desastres-naturais-ameacam-o-mundo-que-esta-despreparado-adverte-agencia-britanica/</link>
		<comments>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/04/desastres-naturais-ameacam-o-mundo-que-esta-despreparado-adverte-agencia-britanica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 14:15:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laryssa.dalama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prepare-se]]></category>

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		<description><![CDATA[A agência britânica informou que o despreparo é causado pela ausência de contribuição dos países ricos para o fundo de emergência mundial. (Pesquisado pela voluntária online Daniela Silva)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; line-height: 16.5pt; background: white;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1768" title="tempestade" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/04/tempestade.jpg" alt="tempestade" width="259" height="194" /></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; line-height: 16.5pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O mundo está “perigosamente” despreparado para lidar com futuros desastres naturais, advertiu a agência de desenvolvimento internacional da Grã-Bretanha. A agência britânica informou que o despreparo é causado pela ausência de contribuição dos países ricos para o fundo de emergência mundial.</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; line-height: 16.5pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O fundo de emergência é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), criada como resposta a tsunamis, com o objetivo de auxiliar regiões afetadas por desastres naturais.</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; line-height: 16.5pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">De acordo com informações de funcionários da ONU, o fundo emergencial sofre com um déficit equivalente a R$ 130,5 milhões para 2012.</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; line-height: 16.5pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A escassez do fundo, segundo especialistas, tem relação direta com a série de tragédias naturais que ocorreram ao longo de 2011, como o tsunami seguido por terremoto no Japão, a sequência de tremores de terra na Nova Zelândia, enchentes no Paquistão e nas Filipinas, e fome no Chifre da África.</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; line-height: 16.5pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">No dia 26, peritos japoneses e estrangeiros concluíram que medidas de precaução adequadas poderiam ter evitado os acidentes radioativos, na Usina de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão, em 11 de março deste ano. Na ocasião, um terremoto seguido por tsunami causou danos nos reatores da usina, provocando explosões e vazamentos.</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; line-height: 16.5pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A conclusão foi divulgada durante um painel de peritos no Japão. Nos debates, os especialistas disseram que os acidentes demonstraram a necessidade de ampliar as medidas de prevenção referentes às ações de emergência relativas à usina. Segundo eles, houve falhas no que se refere às influências de terremotos e tsunamis na estrutura física da usina.</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; line-height: 16.5pt; background: white;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://envolverde.com.br/ambiente/desastres-naturais-ameacam-o-mundo-que-esta-despreparado-adverte-agencia-britanica/" target="_blank">Envolverde</a></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; line-height: 16.5pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><strong>Acesso em: 02/04/2012</strong></span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; line-height: 16.5pt; background: white;"><strong>Pesquisado pela voluntária online Daniela Silva</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/04/desastres-naturais-ameacam-o-mundo-que-esta-despreparado-adverte-agencia-britanica/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Enchentes causadas pelas chuvas atingem 130 mil pessoas no Amazonas</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/04/enchentes-causadas-pelas-chuvas-atingem-130-mil-pessoas-no-amazonas/</link>
		<comments>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/04/04/enchentes-causadas-pelas-chuvas-atingem-130-mil-pessoas-no-amazonas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 13:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laryssa.dalama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.forcavoluntaria.org.br/?p=1763</guid>
		<description><![CDATA[Governo federal enviou cerca de 100 toneladas de produtos, entre cestas básicas, kits de higiene pessoal, limpeza e medicamentos para ajudar os atingidos (Pesquisado por Ana Costa - Voluntária Online)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1764" title="amaxonia" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/04/amaxonia-300x176.jpg" alt="amaxonia" width="300" height="176" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Mais de 130 mil pessoas foram atingidas pela chuva no Amazonas por causa das cheias dos rios Juruá, Purus, Solimões e Madeira nos últimos dias. Desde a semana passada, 19 municípios no estado decretaram situação de emergência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O governo federal enviou cerca de 100 toneladas de produtos, entre cestas básicas, <em>kits</em> de higiene pessoal, limpeza e medicamentos para ajudar os atingidos. Foram liberados R$ 700 mil pelo governo do estado para atender aos municípios da calha do Rio Juruá (Eirunepé, Guajará, Ipixuna, Envira, Itamarati, Carauari e Juruá) e R$ 150 mil para um da calha do Purus (Boca do Acre). Além disso, o governo federal disponibilizou R$ 10,5 milhões às vítimas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O Ministério da Integração e o governo do estado deverão repassar ainda R$ 30 milhões para ações de reconstrução das cidades atingidas. As obras deverão começar assim que o nível dos rios Juruá e Purus baixar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Fonte: <a href="http://www.d24am.com/amazonia/meio-ambiente/enchentes-causadas-pelas-chuvas-atingem-130-mil-pessoas-no-amazonas/54718" target="_blank">D24am</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Acesso em 3/04/2012</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Pesquisado por Ana Costa &#8211; Voluntária Online</span></strong></p>
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