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	<title>Força Voluntária</title>
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		<title>Desequilíbrio ecológico</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laryssa.dalama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja o texto escrito por nosso voluntário online Bruno Silva Santos, sobre o desequilíbrio ecológico]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1689" title="desmatamento" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/02/desmatamento-300x225.jpg" alt="desmatamento" width="300" height="225" /></p>
<p>A natureza demorou milhões de anos para “equilibrar” os ecossistemas existentes hoje na Terra. A falta da fauna ou flora pode causar sérios problemas no conjunto. Essa ‘falta’ é conhecida como Desequilíbrio Ecológico.</p>
<p>Quando se adiciona, reduz ou subtrai algum elemento (animal ou vegetal) de determinado ecossistema, ocorre algum desequilíbrio nesse conjunto, podendo originar reações em cadeia e repercutir diretamente no funcionamento do sistema – e até mesmo trazer problemas para nós, humanos.</p>
<p>Hoje, as ações do homem de forma irregular são tidas como as principais causas desse tipo de problema. Entre essas ações podemos citar o desmatamento, a caça e a pesca sem o mínimo de cuidado com o prejuízo que essas atividades podem causar no meio ambiente.</p>
<p>O desmatamento, a causa mais conhecida do desequilíbrio ecológico, geralmente tem por objetivo a retirada de madeira das matas para a produção de móveis de todos os tipos. O desmatamento, em muitas vezes, é feito para substituir lugares de vegetação por áreas de construção civil, onde, depois de um tempo, irão se transformar em prédios, casas, condomínios e empresas.</p>
<p>As consequências dessa atividade são muito piores do que imaginamos: um grande exemplo são os desmoronamentos de prédios e casas por conta das chuvas que acompanhamos pelos noticiários. A causa disso é a construção irregular em lugares onde a vegetação deveria ser preservada. A falta de vegetação nesses locais faz com que a chuva entre em contato com o subsolo em menos tempo tornando-o assim instável. Logo, com a grande quantidade de chuva que caio solo não tem capacidade suficiente para se sustentar (papel das raízes, que mantém o solo estável), causando os desmoronamentos e resultando no surgimento de crateras e buracos. Outras conseqüências do desmatamento são: destruição da biodiversidade, erosão e empobrecimento dos solos, enchentes e assoreamento dos rios, elevação das temperaturas e proliferação de pragas e doenças.</p>
<p>O ser humano quer cada vez mais “avançar para cima destes recursos” em busca de lucros, sem saber que vai gerar somente prejuízos, mesmo que estes sejam em longo prazo. Sabendo disso, temos de nos conscientizar e realizar campanhas para que não continuem destruindo áreas vegetais para fazer delas simplesmente residências e colocando em risco todo o nosso planeta.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.colegioweb.com.br/aquecimento/as-consequencias-do-desmatamento.html">http://www.colegioweb.com.br/aquecimento/as-consequencias-do-desmatamento.html</a></p>
<p><a href="http://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/desequilibrio_ecologico.htm">http://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/desequilibrio_ecologico.htm</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Acesso em: </strong>27/01/2012.</p>
<p><strong>Pesquisado por Bruno Silva Santos &#8211; voluntário online.</strong></p>
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		<item>
		<title>O problema que vem das águas</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/27/o-problema-que-vem-das-aguas/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 17:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laryssa.dalama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>
		<category><![CDATA[causa]]></category>
		<category><![CDATA[consequência]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[problema]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba mais sobre as causas e consequências das enchentes, por texto pesquisado por nossa voluntária Adriana Seles]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1686" title="enchente" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/01/enchente-300x198.png" alt="enchente" width="300" height="198" /></p>
<p><strong>Pesquisado por</strong> Adriana de Q. Seles – Voluntário Online</p>
<p>Todos os anos é a mesma coisa na época das chuvas de verão. As regiões metropolitanas das grandes cidades enfrentam as enchentes que desabrigam milhares de pessoas, além de ferir e até matar outras tantas. Normalmente os maiores prejudicados são as pessoas pobres da periferia que não possuem condições seguras e ideais de moradia, estando à mercê das precárias condições urbanísticas da cidade.</p>
<p>As enchentes são calamidades naturais ou não que ocorrem quando um leito natural recebe um volume de água superior ao que pode comportar resultando em  transbordamentos. Podem ocorrer em lagos, rios, córregos, mares e oceanos devido a chuvas fortes e contínuas. São consideradas, entre as catástrofes naturais, as que mais danos causam à saúde da população e ao patrimônio, com elevada morbimortalidade, em decorrência do efeito direto das inundações e das doenças infecciosas secundárias aos transtornos nos sistemas de água e saneamento.</p>
<p>Com a chegada da estação das chuvas, cresce a preocupação sobre o aparecimento de doenças, sobretudo as transmitidas por água, alimentos, vetores, reservatórios e animais peçonhentos. Este fato gera a necessidade de intensificação das ações de vigilância em saúde de forma oportuna, coordenada e articulada com outros setores e com base em dados para a tomada de decisões.</p>
<p>As enchentes, nos dias de hoje, são resultado de um longo processo de modificação e desestabilização da natureza por forças humanas, que acompanha o crescimento rápido e não planejado da maior parte das cidades.</p>
<p>Antigamente, as várzeas (margens dos rios) faziam o controle natural da água. O solo ribeirinho era preparado para ser inundado nas épocas de cheia, absorvia boa parte da água que transbordava e utilizava seus nutrientes. Hoje, quase todas as várzeas nas áreas urbanas se encontram ocupadas. Também uma imensa área às margens dos rios foi impermeabilizada pelo concreto, o que aumenta o volume de água a ser escoado.</p>
<p>Em áreas rurais ocorre com menos freqüência, pois o solo bem como a vegetação se compromete a fazer a evacuação da água pela sucção da mesma provocando menores prejuízos. Normalmente ocorre com menos força não atingindo consideráveis alturas que provocariam a perda de alimentos armazenados, de máquinas e outros objetos. Já nas áreas urbanas, ocorre com maior frequência e força trazendo grandes prejuízos. Acontece pela interferência humana deixando assim de ser uma calamidade natural. A interferência humana ocorre em vários estágios começando pela fundação de cidades em limites de rios, pelas alterações realizadas em bacias hidrográficas, pelas construções mal projetadas de diques, bueiros e outros responsáveis pela evacuação das águas e ainda pelo depósito errôneo de lixo em vias públicas que, com a força das águas, são arrastados causando o entupimento dos locais de escoamento de água (bueiros e galerias).</p>
<p>Principais causas das enchentes:</p>
<p>- alto índice pluviométrico da região;</p>
<p>- desmatamento;</p>
<p>- assoreamento do leito dos rios;</p>
<p>- retificação dos rios. Na natureza, os rios com considerável volume de água são curvilíneos, ou seja, caminham como uma serpente. Esse trajeto diminui de forma considerável a velocidade da água. Retificá-lo significa aumentar sua velocidade, o que agrava a situação nos pontos de estrangulamento (conversão de águas);</p>
<p>- alto grau de impermeabilização do solo pela malha asfáltica e de concreto;</p>
<p>- ocupação desordenada e crescimento populacional de migrantes;</p>
<p>- alto grau de pobreza da periferia da cidade, o que impossibilita as pessoas de terem recursos para destinar o lixo, por exemplo;</p>
<p>- falta de consciência e educação ambiental dos administradores e da população em geral;</p>
<p>- omissão do Poder Público na gestão urbana e falta de saneamento básico adequado.</p>
<p>As enchentes, na maioria das vezes, ocorrem como consequência da ação humana. Das dificuldades que uma enchente provoca podemos destacar:</p>
<p>- perda de vidas;</p>
<p>- abandono dos lares inundados;</p>
<p>- perda de materiais, objetos e móveis encharcados ou arrastados pelas águas;</p>
<p>- contaminação da água por produtos tóxicos;</p>
<p>- contaminação da água com agentes patológicos que provocam doenças como amebíase, cólera, febre amarela, hepatite, malária, poliomielite, salmonelose, teníase, leptospirose, entre outras;</p>
<p>- contaminação de alimentos pelos mesmos agentes patológicos acima citados;</p>
<p>- interrupção da atividade econômica das áreas inundadas.</p>
<p>As áreas urbanas são mais propicias a enchentes porque o solo dessas regiões são impedidos pelo asfalto e outros tipos de pavimentações de absorverem a água e também pela falta de vegetação ou pouca vegetação que contribui com a absorção da água. Podemos destacar as duas principais formas de inundações:</p>
<p>- Inundações de áreas ribeirinhas &#8211; os rios geralmente possuem dois leitos, o leito menor onde a água escoa na maioria do tempo e o leito maior que é inundado em média a cada 2 anos. O impacto devido à inundação ocorre quando a população ocupa o leito maior do rio, ficando sujeita às enchentes;</p>
<p>- Inundações devido à urbanização &#8211; as enchentes aumentam a sua freqüência e magnitude devido à ocupação do solo com superfícies impermeáveis e rede de condutos de escoamentos. O desenvolvimento urbano pode também produzir obstruções ao escoamento como aterros e pontes, drenagens inadequadas e obstruções ao escoamento junto a condutos e assoreamentos. Ocorrem, principalmente, pelo processo natural no qual o rio ocupa o seu leito maior, de acordo com os eventos chuvosos extremos, em média com tempo de retorno superior a dois anos (ultimamente este tempo tem diminuído). Normalmente ocorre em grandes bacias (&gt; 500 km<sup>2</sup>), sendo decorrência de processo natural do ciclo hidrológico. Os impactos sobre a população são causados, principalmente, pela ocupação inadequada do espaço urbano. Essas condições ocorrem, em geral, devido às seguintes ações: como, a existência de loteamentos em áreas de risco de inundação; invasão de áreas ribeirinhas principalmente pela população de baixa renda; ocupação de áreas de médio risco, que são atingidas com freqüência menor, mas que quando o são, sofrem prejuízos significativos.</p>
<p>Para impedir ou diminuir os efeitos das enchentes e que inúmeras famílias percam seus patrimônios, pode-se construir barragens e reservatórios em áreas de maior risco, bueiros, diques e piscinões espalhados pela cidade com sua abertura protegida para impedir a entrada de resíduos sólidos, além de se promover a conscientização da população para que não deposite lixo nas vias públicas e leitos de rios, lagos e represas. Outras ações também são importantes para se minimizar os efeitos das enchentes, entre elas a regulamentação e fiscalização por meio do poder público do uso do solo, limitando a ocupação de áreas inundáveis a usos que não impeçam o armazenamento natural da água pelo solo e que sofram pequenos danos em caso de inundação. Esse zoneamento pode ser utilizado para promover usos produtivos e menos sujeitos a danos, permitindo a manutenção de áreas de uso social, como áreas livres no centro das cidades, reflorestamento, e certos tipos de uso recreacional.</p>
<p>Resumindo, para minimizar o problema:</p>
<p>- manutenção das áreas verdes existentes e preservação das áreas de preservação permanente</p>
<p>- criação de novas áreas verdes para aumentar a permeabilização;<br />
- construir represas, diques e piscinões, substituindo uma das funções das antigas várzeas, que é aliviar o quadro de inundações nos picos de cheia. Essas estruturas captam a água que ficaria empoçada na cidade, despejando-a pouco a pouco nos rios;</p>
<p>- assistir a grande massa de pobres da periferia, melhorando o saneamento básico e garantindo a coleta de resíduos sólidos;</p>
<p>- implementar programa de limpeza intensiva de bueiros e galerias entupidos com lixo jogado pela própria população;</p>
<p>- estimular a educação ambiental nos órgãos públicos, entidades particulares e escolas;<br />
- estreitar o relacionamento entre o Poder Público e as associações de bairro;<br />
- levantar e definir os locais problemáticos em termos de enchentes e criar mecanismos técnicos mais eficazes para a vazão da água;</p>
<p>- elaborar o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e o Plano Diretor de</p>
<p>Drenagem Urbana, estabelecendo os índices de ocupação do solo e os parâmetros para a macrodrenagem urbana;</p>
<p>- elaborar e implementar plano de contingência e programa de combate a inundações;<br />
- impedir o acesso de carros e pessoas nos locais críticos nos momentos de</p>
<p>Grandes precipitações pluviométricas;</p>
<p>- manter o Poder Público em sintonia com o serviço de meteorologia.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.vivaterra.org.br/vivaterra_enchentes.htm">http://www.vivaterra.org.br/vivaterra_enchentes.htm</a></p>
<p><strong>Acesso em</strong> 26/01/2012</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<item>
		<title>Como manter as crianças seguras depois de uma enchente</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/25/como-manter-as-criancas-seguras-depois-de-uma-enchente/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 17:21:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laryssa.dalama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prepare-se]]></category>
		<category><![CDATA[agir]]></category>
		<category><![CDATA[como]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[enchente]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja dicas de como agir em situações de desastre para que tudo ocorra bem com os mais jovens]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font: normal normal normal 13px/19px Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; padding: 0.6em; margin: 0px;">
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1682" title="boneca" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/01/boneca-300x168.jpg" alt="boneca" width="300" height="168" /></p>
<p>Há sempre muito que se fazer depois que uma casa foi atingida por uma enchente, mas o mais importante de tudo é ter certeza de que você e sua família estão bem e em segurança. Veja a seguir uma lista de pequenas providências que ajudarão você a cuidar melhor das crianças em um momento tão delicado.<br />
• Se você estiver sozinho com seus filhos, tente trazer para a sua casa outro adulto que não tenha crianças, para ajudar a olhar as suas.</p>
<p>• Estabeleça qual adulto é responsável por qual criança. Certifique-se de que cada um esteja alerta e realmente de olho na criança o tempo todo.</p>
<p>• Poças de água, mesmo as mais rasinhas, podem ser perigosas para crianças (até para aquelas que sabem nadar). Não deixe as crianças chegarem perto de água acumulada de enchente.</p>
<p>• Verifique se as crianças não estão com roupas úmidas, que devem ser trocadas por secas imediatamente.</p>
<p>• Se as crianças tiverem galochas ou outros itens de roupa à prova d’água, é um bom momento para usá-los.</p>
<p>• Dê às crianças bastante líquido, especialmente sucos industrializado, já que eles têm menos chances de terem sido contaminados e ajudam a manter os níveis de energia altos. Toda a água só pode ser de garrafa (nem de filtro serve). Em último caso, as equipes de emergência distribuem pastilhas ou substâncias que tornam a água potável.<br />
Se você mora em área de risco, não leve as crianças de volta para a sua casa até que tenha sido liberada por agentes da Defesa Civil. Só eles podem determinar se não há mesmo risco de novas enchentes e deslizamentos de terra.</p>
<p>• Caso seus filhos já tenham idade para entender a situação, converse com eles sobre os possíveis perigos que ainda existem. Eles podem ajudar a monitorar os insetos, por exemplo.</p>
<p>• Crianças são muitos sensíveis, então muitas vezes são as primeiras a perceber barulhos ou cheiros estranhos que possam indicar algum risco. Não ignore as observações delas!</p>
<p>• Recolha quaisquer objetos em que eles possam tropeçar. Tenha máximo cuidado com áreas molhadas ou em que possam cair e se machucar.</p>
<p>• Tenha atenção para que bebês não engatinhem para baixo de locais onde ainda possa haver água contaminada, pedaços de objetos e até animais escondidos.</p>
<p>• Não deixe que as crianças encostem-se a brinquedos e outros objetos do seu uso até que tenham sido corretamente desinfetados.</p>
<p>• Se seu filho sofre de alergia ou asma mantenha-o longe de mofo, que pode causar irritação no peito, nos olhos, no nariz e na garganta.</p>
<p>• Caso alguma criança da família faça algum machucado que corte a pele, procure auxílio médico assim que possível. Pode ser necessário dar um reforço da vacina contra o tétano.</p>
<p>• Se seus filhos estiverem com as vacinas atrasadas, vá a um posto de saúde ou hospital o quanto antes para tomar as vacinas pendentes, porque o período pós-enchente é mais sujeito à proliferação de doenças.</p>
<p>• Explique para as crianças da maneira mais clara possível o que aconteceu e procure assegurar a elas de que tudo vai voltar ao normal, mas que é muito importante que elas ouçam e obedeçam aos adultos agora.<br />
<strong>Fonte: http://brasil.babycenter.com/enchente/seguranca-criancas/<br />
Acesso em: 20/01/2012<br />
Pesquisado pela voluntária online Daniela Silva. Pesquisadora de Boas práticas sobre catástrofes e ações da Defesa Civil.</strong></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Mais de 40 mil famílias terão Bolsa Família antecipado, em MG, no RJ e no ES.</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/24/mais-de-40-mil-familias-terao-bolsa-familia-antecipado-em-mg-no-rj-e-no-es/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nayara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pesquisado por Germana B. Rodrigues

 Recurso foi liberado no dia 18 para todos os beneficiários em municípios que decretaram emergência devido a enchentes. São nove cidades fluminenses, sete capixabas.
Além dos 116 municípios mineiros que decretaram emergência por causa das enchentes, outras 16 cidades em igual situação, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, também terão o pagamento do Bolsa Família antecipado. Mais de 40 mil famílias poderam receber o benefício de janeiro já no dia 18, independentemente do escalonamento pelo número de inscrição. Em fevereiro, o pagamento está previsto para o dia 14. A antecipação para os 16 municípios ultrapassa R$ 4,5 milhões.
Na quinta-feira (12), a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, irá ao Rio de Janeiro para se encontrar com o governador Sérgio Cabral e com prefeitos de 12 cidades das regiões norte e noroeste do estado. A ministra vai sobrevoar a região atingida pelas chuvas e deslizamentos. Até a tarde da quarta-feira (11), 14,3 mil pessoas tinham sido obrigadas a deixar suas residências no estado do Rio – eram 11.429 desalojados e 2.871 desabrigados –, segundo levantamento da Defesa Civil fluminense.
Perda – Beneficiários que perderam seus cartões e documentos pessoais podem procurar as prefeituras para obter a Declaração Especial de Pagamento, que permitirá o saque em agência bancária. Trata-se de um documento de caráter provisório, emitido quando ocorre situação de emergência. Por meio da declaração, será permitido somente o pagamento do benefício do mês a que se refere.
Acesse aqui a lista dos municípios do Espírito Santo e do Rio de Janeiro que receberão ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1678" title="bolsafamilia" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/01/bolsafamilia-300x222.jpg" alt="bolsafamilia" width="300" height="222" /></p>
<p><strong>Pesquisado por Germana B. Rodrigues<br />
</strong></p>
<p><strong> </strong>Recurso foi liberado no dia 18 para todos os beneficiários em municípios que decretaram emergência devido a enchentes. São nove cidades fluminenses, sete capixabas.<span id="more-1677"></span></p>
<p>Além dos 116 municípios mineiros que decretaram emergência por causa das enchentes, outras 16 cidades em igual situação, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, também terão o pagamento do Bolsa Família antecipado. Mais de 40 mil famílias poderam receber o benefício de janeiro já no dia 18, independentemente do escalonamento pelo número de inscrição. Em fevereiro, o pagamento está previsto para o dia 14. A antecipação para os 16 municípios ultrapassa R$ 4,5 milhões.</p>
<p>Na quinta-feira (12), a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, irá ao Rio de Janeiro para se encontrar com o governador Sérgio Cabral e com prefeitos de 12 cidades das regiões norte e noroeste do estado. A ministra vai sobrevoar a região atingida pelas chuvas e deslizamentos. Até a tarde da quarta-feira (11), 14,3 mil pessoas tinham sido obrigadas a deixar suas residências no estado do Rio – eram 11.429 desalojados e 2.871 desabrigados –, segundo levantamento da Defesa Civil fluminense.</p>
<p><strong>Perda – </strong>Beneficiários que perderam seus cartões e documentos pessoais podem procurar as prefeituras para obter a Declaração Especial de Pagamento, que permitirá o saque em agência bancária. Trata-se de um documento de caráter provisório, emitido quando ocorre situação de emergência. Por meio da declaração, será permitido somente o pagamento do benefício do mês a que se refere.</p>
<p><strong>Acesse <a href="http://www.mds.gov.br/saladeimprensa/noticias/2012/janeiro/mais-de-40-mil-familias-de-rio-e-espirito-santo-terao-bolsa-familia-antecipado"><strong>aqui</strong></a> a lista dos municípios do Espírito Santo e do Rio de Janeiro que receberão a antecipação do Bolsa Família.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.mds.gov.br/saladeimprensa/noticias/2012/janeiro/mais-de-40-mil-familias-de-rio-e-espirito-santo-terao-bolsa-familia-antecipado">Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome</a> e </strong><strong><a href="http://exame.abril.com.br/economia/brasil/cidades/noticias/vitimas-das-enchentes-recebem-bolsa-familia-antes"><strong>Exame</strong></a></strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Acesso em 11/01/12</strong></p>
<p><strong>Imagem: Antônio Cruz/Abr</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/24/mais-de-40-mil-familias-terao-bolsa-familia-antecipado-em-mg-no-rj-e-no-es/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Vale abre conta para ajudar vítimas das chuvas em Minas</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/24/vale-abre-conta-para-ajudar-vitimas-das-chuvas-em-minas/</link>
		<comments>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/24/vale-abre-conta-para-ajudar-vitimas-das-chuvas-em-minas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:13:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nayara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.forcavoluntaria.org.br/?p=1674</guid>
		<description><![CDATA[
Pesquisado por Germana B. Rodrigues
Moradores observam nível da água do Rio Paraopeba no Centro de Brumadinho (MG). Imagem: Herivelton Wagner / Vale
A Fundação Vale abriu uma conta bancária para arrecadar doações para as vítimas das chuvas que atingem Minas Gerais neste início de 2012. A cada R$ 1 recebido, a Vale depositará o dobro.
Os fundos serão repassados a instituições parceiras e destinados a comunidades afetadas pelas enchentes. Todos podem participar.
Dados da conta para as doações
Titular: Fundação Vale
Banco: Banco do Brasil
Agência: 3400-2
Conta corrente: 6584-6
CNPJ: 33.896.291/0001-05
Fonte: Vale
Acesso em: 24/01/2012
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong><img class="aligncenter size-medium wp-image-1675" title="mina" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/01/mina-300x197.jpg" alt="mina" width="300" height="197" /><br />
Pesquisado por Germana B. Rodrigues</strong></p>
<p style="text-align: left;">Moradores observam nível da água do Rio Paraopeba no Centro de Brumadinho (MG). <em>Imagem: Herivelton Wagner / Vale</em><span id="more-1674"></span></p>
<p>A <a href="http://www.vale.com.br/">Fundação Vale</a> abriu uma conta bancária para arrecadar doações para as vítimas das chuvas que atingem Minas Gerais neste início de 2012. A cada R$ 1 recebido, a Vale depositará o dobro.</p>
<p>Os fundos serão repassados a instituições parceiras e destinados a comunidades afetadas pelas enchentes. Todos podem participar.</p>
<h3>Dados da conta para as doações</h3>
<p><strong>Titular:</strong> Fundação Vale</p>
<p><strong>Banco:</strong> Banco do Brasil</p>
<p><strong>Agência:</strong> 3400-2</p>
<p><strong>Conta corrente:</strong> 6584-6</p>
<p><strong>CNPJ:</strong> 33.896.291/0001-05</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.vale.com.br/pt-br/sustentabilidade/destaques/Paginas/conta-chuvas-mg.aspx">Vale</a></p>
<p><strong>Acesso em</strong>: 24/01/2012</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Chuvas: governo usará geólogos da Petrobras para monitoramento</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/24/chuvas-governo-usara-geologos-da-petrobras-para-monitoramento/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nayara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pesquisado por Ana Costa

 O governo federal usará técnicos da Petrobras para adiantar o trabalho de mapeamento geotécnico dos 251 municípios com áreas consideradas de risco. Esse trabalho vai monitorar o relevo de cada área e dar instrumentos para o governo avaliar que providências tomar com diferentes volumes de chuva.

&#8220;As áreas já estão identificadas. Os geólogos vão fazer um mapeamento geotécnico para quando uma chuva começar a cair. Eles sabem qual é a qualidade do solo daquela área de risco e sabem qual é a capacidade de saturação para poder então alertar a defesa civil local e a comunidade, para que ela possa se retirar caso haja iminência de deslizamento&#8221;, disse o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra. 
Segundo o ministro, a presidente Dilma Rousseff quer antecipar o trabalho, que hoje tem estimativa de término para 2014. Em mais de uma ocasião, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante, reclamou da falta de geólogos. Ele avalia que a maioria dos profissionais não tem interesse em trabalhar para o governo, mas para a iniciativa privada. 
Na semana que vem, o governo fará mais reuniões com a Petrobras e com universidades para avaliar a quantidade de profissionais que poderão ser recrutados para a tarefa. O ministro da Integração, por hora, prefere não revelar quantos profissionais seriam o ideal para a tarefa e também não diz para quando a presidente Dilma Rousseff quer a antecipação desses dados. 
Caso os monitoramentos identifiquem áreas completamente sem condições de moradia, os habitantes poderão ser desalojados permanentemente. &#8220;Depois de feito esse mapeamento, podemos nos deparar com ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR"><strong><span style="font-family: Arial, sans-serif;" lang="PT-BR"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1670" title="petro" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/01/petro-300x199.jpg" alt="petro" width="300" height="199" /><br />
Pesquisado por Ana Costa<br />
</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR"><strong><span style="font-family: Arial, sans-serif;" lang="PT-BR"> </span></strong>O governo federal usará técnicos da Petrobras para adiantar o trabalho de mapeamento geotécnico dos 251 municípios com áreas consideradas de risco. Esse trabalho vai monitorar o relevo de cada área e dar instrumentos para o governo avaliar que providências tomar com diferentes volumes de chuva.<span id="more-1669"></span><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR">&#8220;As áreas já estão identificadas. Os geólogos vão fazer um mapeamento geotécnico para quando uma chuva começar a cair. Eles sabem qual é a qualidade do solo daquela área de risco e sabem qual é a capacidade de saturação para poder então alertar a defesa civil local e a comunidade, para que ela possa se retirar caso haja iminência de deslizamento&#8221;, disse o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR">Segundo o ministro, a presidente Dilma Rousseff quer antecipar o trabalho, que hoje tem estimativa de término para 2014. Em mais de uma ocasião, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante, reclamou da falta de geólogos. Ele avalia que a maioria dos profissionais não tem interesse em trabalhar para o governo, mas para a iniciativa privada. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR">Na semana que vem, o governo fará mais reuniões com a Petrobras e com universidades para avaliar a quantidade de profissionais que poderão ser recrutados para a tarefa. O ministro da Integração, por hora, prefere não revelar quantos profissionais seriam o ideal para a tarefa e também não diz para quando a presidente Dilma Rousseff quer a antecipação desses dados. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR">Caso os monitoramentos identifiquem áreas completamente sem condições de moradia, os habitantes poderão ser desalojados permanentemente. &#8220;Depois de feito esse mapeamento, podemos nos deparar com a realidade de que populações devam ser removidas definitivamente em função do risco que a área oferece&#8221;, disse Bezerra. As pessoas desalojadas deverão ser incluídas no programa Minha Casa Minha Vida. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR">Fonte:</span></strong><span lang="PT-BR"> <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">http://noticias.terra.com.br/brasil<br />
</span></a></span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR"><br />
<strong>Acesso em: 23/01/2012</strong></span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><strong><br />
</strong></span></div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Quase 30 mil pessoas morreram devido a desastres naturais em 2011</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/20/quase-30-mil-pessoas-morreram-devido-a-desastres-naturais-em-2011/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nayara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[desastres naturais]]></category>
		<category><![CDATA[mortes]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[terremotos]]></category>

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		<description><![CDATA[

Mais de 20 mil perderam suas vidas em terremotos.
As Nações Unidas pediram (18/01) atenção e precauções em relação às ameaças sísmicas, através das estatísticas publicadas pela Estratégia Internacional para Redução de Desastres (UNISDR) e pelo Centro de Investigação sobre a Epidemiologia dos Desastres (CRED), que mostram que 20.943 pessoas perderam suas vidas em terremotos no último ano. No total, 29.782 pessoas morreram devido diretamente aos 302 desastres naturais.


A chefe da UNISDR, Margareta Wahlström, disse que toda área de risco sísmico deve estar atenta, mesmo que muitos anos tenham se passado desde a última ocorrência, como é o caso do Haiti. O país caribenho não era atingido por um terremoto há 200 anos e, em 2010, sofreu com a morte 220 mil pessoas. Wahlström afirma que “a menos que nos preparemos para o pior, muitas áreas urbanas vulneráveis estão destinadas a ver uma grande perda de vidas devido ao maior movimento de pessoas rumo às cidades”.
Outras causas de desastres foram enchentes como as que ocorreram no Brasil, causando a perda de 5.000 vidas, as tempestades nas Filipinas com 3.000 mortos, os furacões nos EUA e o tsunami no Japão. Segundo o relatório, 206 milhões de pessoas foram afetadas por algum dos desastres avaliados em 2011.
As enchentes do ano passado no Brasil foram as mais fatais da história do país, deixando mais de 900 mortos, enquanto as da Tailândia provocaram a catástrofe natural mais cara do país, custando 40 bilhões de dólares.
De acordo com as estatísticas, as perdas econômicas e o impacto humano de desastres atingiram mais países de renda média e alta ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="color: #333333; font-family: Verdana; font-size: 11px; line-height: normal; text-align: left; padding: 0px; margin: 0px;">
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; margin: 0px;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1667" title="terremoto" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/01/terremoto-300x187.jpg" alt="terremoto" width="300" height="187" /><br />
Mais de 20 mil perderam suas vidas em terremotos.<span id="more-1666"></span></p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; margin: 0px;">As Nações Unidas pediram (18/01) atenção e<span style="text-decoration: underline; padding: 0px; margin: 0px;"> <span style="color: #0000ff; padding: 0px; margin: 0px;">precauções em relação às ameaças sísmicas</span></span>, através das estatísticas publicadas pela Estratégia Internacional para Redução de Desastres (<span style="text-decoration: underline; padding: 0px; margin: 0px;"><span style="color: #0000ff; padding: 0px; margin: 0px;">UNISDR</span></span>) e pelo Centro de Investigação sobre a Epidemiologia dos Desastres (CRED), que mostram que 20.943 pessoas perderam suas vidas em terremotos no último ano. No total, 29.782 pessoas morreram devido diretamente aos 302 desastres naturais.</p>
</div>
<div style="color: #333333; font-family: Verdana; font-size: 11px; line-height: normal; text-align: left; padding: 0px; margin: 0px;">
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; margin: 0px;">A chefe da UNISDR, Margareta Wahlström, disse que toda área de risco sísmico deve estar atenta, mesmo que muitos anos tenham se passado desde a última ocorrência, como é o caso do Haiti. O país caribenho não era atingido por um terremoto há 200 anos e, em 2010, sofreu com a morte 220 mil pessoas. Wahlström afirma que “a menos que nos preparemos para o pior, muitas áreas urbanas vulneráveis estão destinadas a ver uma grande perda de vidas devido ao maior movimento de pessoas rumo às cidades”.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; margin: 0px;">Outras causas de desastres foram enchentes como as que ocorreram no Brasil, causando a perda de 5.000 vidas, as tempestades nas Filipinas com 3.000 mortos, os furacões nos EUA e o tsunami no Japão. Segundo o relatório, 206 milhões de pessoas foram afetadas por algum dos desastres avaliados em 2011.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; margin: 0px;">As enchentes do ano passado no Brasil foram as mais fatais da história do país, deixando mais de 900 mortos, enquanto as da Tailândia provocaram a catástrofe natural mais cara do país, custando 40 bilhões de dólares.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; margin: 0px;">De acordo com as estatísticas, as perdas econômicas e o impacto humano de desastres atingiram mais países de renda média e alta – que, segundo o Professor Debby Guha-Sapir, Diretor do CRED na Universidade de Louvain (Bélgica), têm recursos para uma melhor prevenção. O CRED estima que, em 2011, a economia mundial teve um prejuízo de 366 bilhões de dólares devido a catástrofes naturais, comparado com o prejuízo de 243 bilhões de dólares em 2005.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; margin: 0px;"><span style="font-size: x-small; padding: 0px; margin: 0px;"><strong style="padding: 0px; margin: 0px;">(ONU Brasil)</strong></span></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Perguntas e respostas – Desastres Naturais – Portal da Saúde</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/19/perguntas-e-respostas-%e2%80%93-desastres-naturais-%e2%80%93-portal-da-saude/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 19:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laryssa.dalama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>
		<category><![CDATA[enchente]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério]]></category>
		<category><![CDATA[perguntas]]></category>
		<category><![CDATA[portal]]></category>
		<category><![CDATA[respostas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde disponibiliza aos cidadãos, através de seu Portal da Saúde, um espaço com perguntas e respostas sobre como devemos proceder em caso de enchentes, no que diz respeito à saúde]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1663" title="perguntas" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/01/perguntas.png" alt="perguntas" width="221" height="72" /></p>
<p>O <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/">Ministério da Saúde</a> disponibiliza aos cidadãos, através de seu <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/">Portal da Saúde</a>, um espaço com perguntas e respostas sobre como devemos proceder em caso de enchentes, no que diz respeito à saúde.</p>
<p>Ele traz informações sobre as consequências à saúde decorrentes das enchentes, como agir nesses casos, o que fazer quando a água baixar, limpeza de utensílios domésticos que tiveram contato com água contaminada, como prevenir acidentes com animais peçonhentos após enchentes, entre outras.</p>
<p>Acesse o <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/?portal=pagina.visualizarTexto&amp;codConteudo=3921&amp;codModuloArea=766&amp;chamada=perguntas-e-respostas">Portal da Saúde</a> e veja todas as Perguntas e Respostas.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/?portal=pagina.visualizarTexto&amp;codConteudo=3921&amp;codModuloArea=766&amp;chamada=perguntas-e-respostas">Ministério da Saúde</a></strong></p>
<p><strong>Acesso em 11/01/2012</strong></p>
<p><strong>Pesquisado por Germana B. Rodrigues</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Rodovias Afetadas pelas Chuvas</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/19/rodovias-afetadas-pelas-chuvas/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 18:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laryssa.dalama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[portal]]></category>
		<category><![CDATA[rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[situação]]></category>
		<category><![CDATA[tabela]]></category>

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		<description><![CDATA[O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte – DNIT disponibiliza através do seu portal uma tabela de emergência, por estado, contendo a situação geral das rodovias afetadas pelas chuvas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1659" title="dnit" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/01/dnit.png" alt="dnit" width="222" height="101" /></p>
<p>O <a href="http://www.dnit.gov.br/eventos-com-imagem/emergencias-chuvas-1">Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte</a> – DNIT disponibiliza através do seu <a href="http://www.dnit.gov.br/eventos-com-imagem/emergencias-chuvas-1">portal</a> uma tabela de emergência, por estado, contendo a situação geral das rodovias afetadas pelas chuvas. Essa tabela é atualizada diariamente e informa a ocorrência, as providências e a situação atual do trânsito.</p>
<p>O DNIT também disponibiliza o resumo nacional de ocorrências em rodovias federais e um mapa com as regiões afetadas pela chuva.</p>
<p>Acesse essas informações no <a href="http://www.dnit.gov.br/eventos-com-imagem/emergencias-chuvas-1">Portal do DNIT</a>.</p>
<p>Central de Atendimento telefônico &#8211; DNIT: 0800-611535</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.dnit.gov.br/eventos-com-imagem/emergencias-chuvas-1">Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte</a></strong></p>
<p><strong>Acesso em 11/01/12</strong></p>
<p><strong>Por Germana B. Rodrigues – Voluntária Online</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil, o país dos contrastes naturais</title>
		<link>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/19/brasil-o-pais-dos-contrastes-naturais/</link>
		<comments>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/19/brasil-o-pais-dos-contrastes-naturais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 18:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laryssa.dalama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações sobre o projeto]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[RS]]></category>
		<category><![CDATA[SC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.forcavoluntaria.org.br/?p=1653</guid>
		<description><![CDATA[Enquanto Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro decretam situação de emergência por causa da chuva, Rio Grande do Sul e Santa Catarina sofrem com a estiagem]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1654" title="fv" src="http://www.forcavoluntaria.org.br/wp-content/uploads/2012/01/fv-300x220.jpg" alt="fv" width="300" height="220" /></p>
<p>O Rio Grande do Sul já tem 1.002.587 pessoas afetadas pela estiagem deste verão. Elas moram nos 188 municípios que decretaram situação de emergência e correspondem a 9,3% da população do Estado, que tem 10,7 milhões de habitantes. O levantamento foi divulgado no final da tarde do dia 11 de janeiro, pela <a href="http://www.defesacivil.rs.gov.br/">Defesa Civil</a>.</p>
<p>A falta de chuva é percebida desde o final de novembro, sobretudo nas regiões central e noroeste do território gaúcho e já prejudicou lavouras de milho, feijão e soja e pastagens para o gado, provocando perdas estimadas em R$ 877 milhões. As previsões climáticas prometem algum alento para os agricultores, sobretudo para os que plantaram soja.</p>
<p>Em Santa Catarina, 73 municípios estão em emergência e mais de 450 mil pessoas sofrem os efeitos da estiagem.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/estiagem-j%C3%A1-afeta-mais-de-um-milh%C3%A3o-de-pessoas-no-rs">Estadão</a> e <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5554609-EI8139,00-Com+previsao+de+chuva+forte+regiao+Sul+deve+ter+seca+amenizada.html">Portal Terra</a></strong></p>
<p><strong>Acesso em 12/01/12</strong></p>
<p><strong>Imagem: <em>Diogo Zanatta/Futura Press</em></strong></p>
<p><strong>Pesquisado por Germana B. Rodrigues – Voluntária Online</strong><strong></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.forcavoluntaria.org.br/2012/01/19/brasil-o-pais-dos-contrastes-naturais/feed/</wfw:commentRss>
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